Internet: navegando com segurança e responsabilidade
*Por Esmeraldo Caniloi Júnior e Mônica Valls Indalencio Moreira
O perfil dos estudantes mudou. Eles são imediatistas, assistem televisão, fazem a lição de casa, navegam na Internet, conversam com os amigos, tudo ao mesmo tempo. Eles possuem e-mail, blogs, fotologs, estão no Orkut e no YouTube, acessam sites, chats, criam comunidades on-line, enfim, recebem e enviam informações com grande facilidade. Como outros espaços públicos, a Internet requer cuidados para proteger as crianças e os adolescentes.
Não há dúvidas de que esse público está mais conectado com as questões atuais, pois recebe a cada instante grande número de informações e estímulos. A Internet fez uma revolução na forma como as informações são geradas e disseminadas entre as pessoas. Ela conduz novos processos de produção, novas formas de diversão e um novo modo de pensar, agir e interagir.
Um outro ponto que merece ser citado é que a Internet oferece oportunidades para o desenvolvimento de habilidades cognitivas, de comunicação e socialização. O seu uso pode e deve ser estimulado quando orientado para ser ético e responsável. Mas a difusão da Internet levanta também interrogações éticas acerca de problemáticas como privacidade, segurança, credibilidade dos dados e dos direitos autorais.
O grande desafio é conscientizar as crianças e os adolescentes de que alguns comportamentos na utilização dos meios eletrônicos são considerados crimes. Então, como trabalhar com os novos meios digitais, educando nossos alunos para o uso correto desses recursos?
Pensando nisso, realizamos aulas especiais com alunos do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, discutindo os limites éticos ao se utilizar dessa tecnologia, as regras básicas de segurança, os riscos que existem ao navegar na Internet e como lidar com essas situações. Não ficou fora dessa proposta a discussão sobre bullying e cyberbullying. Os alunos aprenderam que podem ser vítimas ou autores da ação, dependendo de como utilizam a Web. Além desses assuntos, ensinamos as formas de punições previstas na lei para esse e outros casos, como o plágio, por exemplo. O professor tem um papel importante neste novo cenário, por isso deve estar atento à legislação e às novidades.
É importante que a escola faça uso de filtros de conteúdos e que, durante as pesquisas escolares, os sites de interesse já estejam pré-selecionados pelos professores, para que os endereços acessados pelos alunos sejam seguros. A realização de trabalhos e pesquisas por meio de Webquests é uma ótima alternativa.
Cabe ao professor mostrar que a finalidade da pesquisa é fornecer conhecimentos para que os estudantes desenvolvam seu próprio raciocínio, ressaltando que pesquisar não é apenas copiar e colar.
Tomando-se os devidos cuidados e navegando com responsabilidade, os alunos podem ter uma experiência fascinante utilizando os recursos desta rede: comunicando-se com as pessoas, participando de comunidades virtuais, assistindo vídeos on-line, escutando músicas, fazendo downloads, compartilhando arquivos, realizando pesquisas, jogando, etc.
Os usuários da Internet desfrutam desses recursos, que trazem benefícios para a sociedade. Entretanto, alguns internautas utilizam práticas destrutivas, imorais e ilegais. Para alertar os estudantes sobre esses problemas, o professor, em sala de aula, pode fornecer orientações que visam à segurança e à ética na utilização da Internet, tais como:
Sites interessantes para consulta:
Cartilhas sobre segurança e ética na internet:
Enfim, navegando com segurança e responsabilidade, a Internet pode propiciar momentos agradáveis de aprendizagem, diversão e lazer. Cabe ao internauta a tarefa de tomar os devidos cuidados para se proteger e obter benefícios dessa maravilhosa tecnologia.
Objetivo Convênios:
Tel.: 0800 77 013 42
E-mail: apoiopedagogico@objetivo.br
Site: www.objetivo.br