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Efemérides

10 de março

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Falecimento


1826 – Morre D. João VI

João Maria José Francisco Xavier de Paula Luís Antonio Domingos Rafael nasceu em 13 de maio de 1767 em Lisboa, Portugal. Casou-se com a princesa da Espanha, Carlota Joaquina, e tiveram nove filhos.

Como príncipe e rei, foi uma das figuras principais da história luso-brasileira.  Participou de uma série de fatos importantes, dentre eles a transferência da corte portuguesa para o Brasil, em 1808; a assinatura de tratados de comércio com a Inglaterra, em 1810; a repressão militar à Revolta Pernambucana, em 1817; o retorno da família real a Portugal, em 1821; e o reconhecimento da independência política do Brasil, em 1825.

Enquanto esteve no Brasil, promoveu o desenvolvimento e a autonomia do País. Decretou a abertura dos portos, criou o Banco do Brasil e o ensino superior, permitiu a criação da imprensa, fundou o Jardim Botânico, a Biblioteca Real e a Academia das Belas Artes.

Foi nomeado, entre outros títulos, Duque de Bragança, Príncipe Regente de Portugal, Príncipe Real do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, Rei de Portugal e Imperador titular do Brasil.

D. João VI morreu em 10 de março de 1826, aos 59 anos, em Lisboa.

1980 — Morre José Américo de Almeida

Além de escritor (romancista, ensaísta, poeta e cronista), José Américo foi também político, advogado, professor universitário e sociólogo.

Em 1908, formou-se em Direito pela Faculdade de Direito do Recife e logo ocupou os cargos de promotor público das comarcas do Recife e de Souza (PB). Foi também procurador-geral do Estado da Paraíba, secretário de governo, deputado federal, ministro de Viação e Obras Públicas, senador, governador da Paraíba e fundador da Universidade Federal da Paraíba, entre outras atividades.

Destacou-se no cenário literário com a publicação de A bagaceira (1928), marco inicial do romance modernista nordestino. Sua obra tem como temática o retirante da seca e abre caminho para o chamado ciclo da cana-de-açúcar, cujo maior expoente foi José Lins do Rego.

José Américo foi o quinto ocupante da cadeira 38 da Academia Brasileira de Letras, tendo sido eleito em 27 de outubro de 1966.

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